quarta-feira, 15 de junho de 2011

Do 016 ao 030!

016


- Comer a mulher do próximo - para mim - é um pecado imortal.


017


- Porque não! São alguns poucos sonhos  para adoçar a alma.


018


- Mamá, caso-me com Lia.

- Melho nó: é muito fogo pra tua mangueirinha.


019


- Vamos comer Naná?

- A Ná do Léo?

- Sim, ela.

- Não, Naná dá azia!


020


- Mantém a tua fome e continua tolinho, meu menino.


021


Não se falavam há mais de 30 dias mas,de noite, transavam bem.


022


- Estás muito peladona.

- Chega de ciumeira, padreco moralista.


023


- Quando casas?

-  Ainda é cedo; ela só tem doze anos.


024


Não obrava mais; enfiara-se uma rolha de champanhe.


025


Era priora do convento e a irmã, mais velha, puta da zona.


026


- Sim,  andaremos e chegaremos.

- Sem pernas, chegaremos aonde?


027


- Ela perdeu o Norte?

- Não, não, segundo a mãe, ela só virou putinha.


028


Lorena é muito tesão, tal qual ceva gelada em noite de verão.


029


- Parido, o mundo não cresceu; quando se finar não irá diminuir.


030


- Tens que mandar em casa, cara!

- Não, a patente dela é superior.

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